quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O que faz Bem e o que faz Mal


Acho a maior graça. Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.

Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.

Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me
embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo,
faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!
E passar o resto do dia sem coragem para pedir
desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada!

Autora Martha Medeiros

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

“SOMETHING OLD, SOMETHING NEW, SOMETHING BORROWED, SOMETHING BLUE”.

  Hoje resolvi falar sobre algumas tradições de casamento, pois noivas, convites, vestidos, decorações e tradições estão fazendo parte da minha vida agora.
  A tradição que vou falar aqui teve origem na Inglaterra, na época Vitoriana.  Algo velho, algo novo, algo emprestado e algo azul. A frase original em inglês é:
“Something old, something new,
something borrowed, something blue”.

  O casamento é uma cerimônia cercada de simbologia e misticismo, tudo com a intenção de que ele seja próspero, longevo e abençoado.
É uma tradição bem  antiga… que diz que a noiva deve carregar com ela no dia do casamento: “algo velho, algo novo, algo emprestado e algo azul”…
Vamos aos detalhes:

Algo velho
  Faz referência para manter a noiva ligada à família de seus pais, seu passado e sua história.. Geralmente a noiva usa uma jóia de família, o vestido ou véu que foi de sua mãe ou avó. Pode usar os brincos de pérola que sua avó comprou para a formatura dela ou uma pulseira que você herdou. para manter a noiva ligada à família de seus pais, seu passado e sua história.

Algo novo
  A peça de roupa ou assessório novo representa a sorte, o sucesso e sua esperança de vida nova à sua frente. Pode ser uma jóia, o sapato, a roupa íntima ou a menos que você está usando o vestido da sua mãe, um candidato fácil para este item seria o seu vestido novo.    Esse item imboliza a sua nova vida ao lado de seu marido e a formação de uma nova família.

Algo emprestado
  “Algo emprestado” pretende ser um item emprestado de um amiga, amigo ou membro da família cujo casamento você admira e tem esperança em que seja parecido. Ele também lembra a noiva que ela pode depender de amigos e familiares e tem por objetivo trazer felicidade ao casal.
  A amiga ou pessoa da família que empresta sente-se feliz por estar dividindo algo especial com o casal em um momento especial.

Algo azul
  “Algo azul” simboliza o amor, pureza e fidelidade. Antes do final do século 19, azul era uma cor popular para vestidos de casamento (acreditem se quiser ?!?!).
  A Virgem Maria foi muitas vezes pintada em azul, representando sua pureza.
  Através dos tempos, a tradição evoluiu, passando do uso da roupa azul para uma faixa azul amarrada na cintura da noiva. Hoje, pode-se usar a roupa íntima azul ou algum outro detalhe. Além disso, acreditava-se também que a peça azul “cortaria a inveja” das moças solteiras.
  O azul representa a fidelidade e a pureza, além de dizerem que afasta o “mal olhado”.
Pode ser uma jóia, uma peça íntima, seu buquê, a fita do buquê ou até mesmo um broche nele, o sapato ou a maquiagem.
  Se o azul não vai com sua decoração, use um grampo escondido ou então, a cueca do noivo seria um segredinho.
 
  Achei muito fofa e delicada essa tradição,  segue algumas idéias para inspirar as noivinhas de plantão. Vai deixar passar?